Graduação

Saiba como é a grade curricular de Medicina

Saiba como é a grade curricular do curso de Medicina e comece a se preparar para ingressar nessa carreira!

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Você que é um jovem estudante e sonha em ser médico, o ideal é conferir, desde já, a grade curricular de Medicina. Isso é importante porque ajuda a conhecer os principais conteúdos e os desafios comuns a essa área.

Durante os 6 anos de graduação, o estudante precisa se dedicar, em tempo integral, às aulas teóricas e práticas. Em vista disso, selecionamos as disciplinas mais relevantes da matriz curricular de Medicina para a graduação, cujas bases também são determinantes para a seleção na especialização médica.

Ficou interessado? Então veja quais são as de maior carga horária em cada semestre e aquelas que são pré-requisitos para a continuidade da formação ao longo dessa jornada. Acompanhe!

Faculdade de Medicina: formas de ingresso

Antes de tudo, convém destacar que a responsabilidade social é uma das maiores exigências na rotina do trabalho médico. Isso porque, todos os dias, esses profissionais precisam lidar com procedimentos complexos, que objetivam a garantia do bem-estar e a manutenção da qualidade de vida das pessoas.

No entanto, muitos candidatos ao vestibular de Medicina focam nessa carreira considerando as possibilidades financeiras futuras. Isso é muito natural, tendo em vista que a profissão é bem remunerada no Brasil e na maioria dos países.

Com isso, a concorrência para ingressar na faculdade de Medicina é cada vez mais alta, o que requer anos de preparação para conseguir a tão sonhada aprovação. Nesse sentido, às vezes, a rede privada torna-se uma boa alternativa para os estudantes que não querem disputar as vagas das universidades públicas.

Nas instituições particulares, o processo seletivo é simplificado, com menos cobrança de conteúdo e, consequentemente, uma pontuação menor. Porém, nem sempre os pais conseguem arcar com as mensalidades, que costumam ser bem altas. Por isso, apenas as famílias com renda muito acima do salário-mínimo podem pagar uma faculdade de Medicina.

Portanto, vale destacar que existem alternativas de ingresso interessantes para os estudantes que não têm renda tão alta, mas gostariam de ingressar na graduação médica. Algumas dessas iniciativas — que englobam determinados programas de inclusão por meio de cotas — foram estabelecidas pelo Governo Federal.

Nesse sentido, destacamos o SISU, que é a alternativa de ingresso mais comuns no Brasil. Confira!

SISU - Sistema de Seleção Unificada

Essa modalidade é a que mais oferece vagas para Medicina em todas as universidades públicas e privadas no país. O ingresso se dá por meio do Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) e as vagas são distribuídas semestralmente.

De acordo com a pontuação obtida no exame, o aluno pode ingressar nas universidades públicas ou conseguir Bolsas em particulares. A nota de corte varia conforme a localização e a qualidade de ensino da universidade. Em instituições renomadas como a USP e a Unicamp, ambas de São Paulo, a pontuação mínima para ingresso é bem alta.

Contudo, o aluno pode optar por instituições menos conhecidas, principalmente localizadas em cidades do interior. Geralmente, há muitas vagas para a carreira e a nota de corte é menor. Outra opção são os sistemas de cotas, distribuídos conforme o perfil étnico e socioeconômico.

Mas, para quem sonha com uma vaga em Medicina, as oportunidades não se limitam apenas ao SISU. Veja mais algumas:

  • Vestibular: pode ser semestral ou anual e possibilita o ingresso tanto na rede pública quanto na privada;
  • Seleção simplificada: algumas faculdades particulares exigem apenas uma redação como forma de ingresso;
  • Segunda graduação (portador de diploma): possibilita o ingresso de alunos já formados em outras áreas — é condicionado ao número de vagas disponíveis.

Faculdade de Medicina: como conseguir bolsas

Sem dúvida, a Medicina é consagrada entre as áreas de maior prestígio no ensino superior. Por ser uma profissão valorizada e bonita, esse é um dos cursos mais procurados por jovens estudantes de todo o planeta. Com essas características, naturalmente, esse é um dos vestibulares mais concorridos.

Mas você sabia que é possível fazer Medicina, mesmo sem ter condições financeiras para pagar as mensalidades? Até porque vale frisar que a condição financeira não deve ser um empecilho para desistir dos objetivos. Ou seja, o ideal é buscar alternativas que ajudem a solucionar tais questões.

Nesse sentido, vamos apresentar alguns dos programas de incentivo disponíveis para quem pretende ingressar no ensino superior no Brasil. Observe:

  • Programa Universidade para Todos (ProUni): concede bolsas de estudo parciais ou integrais para alunos com baixa renda que tenham um bom desempenho no ENEM;
  • Fundo de Financiamento Estudantil (Fies): possibilita financiamento com juros baixos e o aluno tem a vantagem de pagar só depois de formado;
  • Instituições privadas de apoio ao estudante: disponibilizam bolsas parciais ou integrais para estudantes de baixa renda.

Aluno de Medicina: habilidades e perfil

Ser médico é uma escolha que permeia diferentes valores e virtudes, entre os quais a dedicação aos estudos é essencial. Nessa profissão, o nível de conhecimento precisa ir além da grade curricular de Medicina, já que é um dos pilares essenciais para uma tomada de decisão consciente.

Em alguns setores — como na emergência — é preciso estar apto para tomar decisões rápidas e, quase sempre, sob pressão. Mas com um detalhe a mais: sem chances de erro. Afinal, são vidas que precisam de intervenções urgentes, adequadas e pautadas em habilidades técnicas e competências adquiridas durante a formação.

Tendo isso em vista, elencamos algumas características que são valorizadas por quem almeja a carreira médica. Vale destacar que elas são essenciais, não apenas para ingressar nessa área, mas para se dar bem nas disciplinas de Medicina. Vamos a elas?

Inclinação pela área médico-científica

Em primeiro lugar, você deve considerar que, durante a graduação e em toda a carreira médica, a teoria e a prática andam juntas. Por conta disso, além de estudar os conteúdos teóricos necessários à graduação, também é preciso ler materiais voltados para a pesquisa e desenvolver trabalhos acadêmicos, preferencialmente para a publicação em revistas ou sites da área médica.

Dedicação aos estudos

Nas áreas da Medicina, o conhecimento está sempre em transformação. Ou seja, novas pesquisas no setor de saúde e descobertas científicas surgem em caráter exponencial. Por isso, desde o pré-vestibular, o aluno deve ter paixão pelos estudos e livros e treinar habilidades que favoreçam o aprendizado contínuo.

Contextualmente, ter vontade de aprender e se dedicar aos estudos são quesitos básicos e indispensáveis para quem deseja seguir carreira médica e se destacar no mercado. Isso porque essa área requer atualização constante: durante a formação, o estudante precisa participar de congressos, se envolver em pesquisas e aperfeiçoar os seus conhecimentos.

Equilíbrio emocional

Na prática clínica, é comum situações de trabalho sob pressão. Muitas vezes, a rotina envolve casos complexos, situações adversas ou alta demanda de atendimentos. Em tais circunstâncias, o profissional precisa de um enorme equilíbrio emocional para não ser impactado negativamente pelos "ossos do ofício", como diz o velho jargão popular.

Em vias gerais, a Medicina é uma carreira magnífica e repleta de singularidades. Na prática, alguns dias serão, sim, mais desafiadores do que outros, mas esteja certo de que serão compensados por momentos bem gratificantes. Por tal razão, o ideal é começar, desde cedo, a cultivar o controle emocional.

Flexibilidade

Desde os primeiros anos da faculdade, o aluno de Medicina enfrenta uma carga horária extensa, que inclui muitas provas, aulas práticas de laboratório, estágios e plantões, e cada semestre tem o seu próprio ritmo. Ou seja, o aluno precisa ter flexibilidade para adaptar-se a essas condições. Durante toda a prática profissional, a rotina de um médico vai exigir capacidade de se ajustar a essas mudanças frequentes no ritmo de vida.

Por tal motivo, ser flexível e desenvolver características que ajudam a se adaptar a diferentes cenários é algo indispensável na profissão médica. Quem se interessa por essa carreira deve estar ciente de que nem tudo são flores. Às vezes, será preciso fazer adaptações na vida pessoal para dar conta das exigências da profissão.

Perspicácia

Assim como em todas as profissões, na área médica a perspicácia é uma característica fundamental. Em vias gerais, essa virtude influencia a capacidade de analisar sintomas, perceber os detalhes e treinar o seu olhar clínico para a fazer uma anamnese mais eficaz. Nesse sentido, o profissional deve ter sensibilidade para perceber qual a conduta mais adequada em certas situações.

Empatia

Na prática médica, a empatia é a capacidade de ouvir, atentamente, o paciente e se solidarizar com o quadro dele. Principalmente para o médico, ser empático favorece o bom relacionamento com as pessoas e a construção de vínculos mais sólidos para ganhar confiança e conquistar seu próprio espaço.

Resiliência

Em algumas situações, os profissionais de saúde precisam ter resiliência para superar as dificuldades que surgem na rotina. Para o médico, isso é imprescindível para a tomada de decisão em momentos difíceis. Ter esse equilíbrio ajuda a tornar a rotina mais leve, produtiva e sem efeitos colaterais.

Foco e disciplina

Certamente, em qualquer curso de graduação, o aluno precisará desenvolver habilidades que favoreçam o foco e a disciplina. Porém, isso é mais presente na Medicina, já que existe a necessidade de dedicação integral aos estudos. Nesse campo, as cobranças são maiores, pois a carga horária da grade curricular de Medicina é bem elevada.

Logo, o estudante deve ser treinado constantemente para adquirir tais competências. Esse é o caminho para alcançar objetivos nobres e realizar o sonho de ser médico. Afinal, foco, disciplina e dedicação são as molas propulsoras para manter firme esse propósito. Ter isso em mente ajuda a superar os desafios da jornada e seguir em frente.

Ética

Essa característica é essencial, pois integra a legislação sobre a prática médica. A ética profissional deve ser vista como prioridade durante o exercício da Medicina. Ter ética favorece o desenvolvimento da empatia e reafirma o compromisso do médico com a dignidade humana. Diante da responsabilidade social dessa profissão, a ética é o caminho para uma atuação eficaz e equânime.

Medicina: vantagens e desafios dessa profissão

Além do compromisso de atuar focado na missão de salvar vidas, quem exerce a Medicina sabe que essa profissão é empolgante. Sendo assim, a carreira médica gera, por conseguinte, alta cobrança aos alunos. Logo, antes de ingressar, é necessário se conscientizar dos desafios impostos pela profissão.

Na rotina médica, às vezes, o profissional passa por situações que requerem verdadeiros sacrifícios. Um exemplo clássico é um procedimento cirúrgico que ultrapassa o tempo previsto para a sua realização. Nesse caso, toda a equipe precisa permanecer em serviço até a sua conclusão.

Por causa disso, é importante conhecer mais sobre a carreira. O vestibulando também deve avaliar se tem, de fato, o perfil exigido e capacidade para gerenciar os desafios inerentes a essa área de atuação.

Contudo, há inúmeras vantagens em enfrentar seis longos anos de graduação. Tanto que a concorrência nos vestibulares de instituições públicas e no ENEM cresce a cada ano.

Entre as vantagens de fazer Medicina, destacam-se:

  • a possibilidade de atuar ajudando a salvar vidas;
  • o reconhecimento social da profissão;
  • amplas oportunidades de emprego;
  • a possibilidade de trabalhar em horários flexíveis;
  • melhores salários, quando comparado a outras profissões.

Graduação médica: fases do curso

Em tese, a grade do curso de Medicina objetiva formar profissionais já treinados para trabalhar na prevenção e na promoção da saúde das pessoas. Para tanto, desde o início, as faculdades priorizam conteúdos que favorecem o conhecimento necessário para cumprir essa função com maestria.

Sendo assim, o projeto pedagógico e a matriz curricular da faculdade de Medicina contemplam, geralmente, disciplinas pertinentes à necessidade de cada ciclo do curso. Ao longo da formação do médico, as etapas são preenchidas com uma carga horária compatível com o conteúdo a ser abordado.

Por isso, a graduação médica é subdividida em três etapas de dois anos cada, a saber:

Ciclo básico

Na primeira fase do curso, o aluno vai estudar disciplinas que permitem conhecer o corpo humano e seu funcionamento. Esse conhecimento básico é fundamental para que ele consiga sucesso nas próximas etapas. Assim, as principais disciplinas da grade curricular do Ciclo Básico são Anatomia, Neuroanatomia, Fisiologia, Bioquímica, Embriologia e Imunologia.

Todas essas disciplinas formam, em conjunto, a matriz básica para o suporte necessário nos próximos anos. Por causa disso, as disciplinas são estudadas em uma sequência lógica que favorece o encadeamento da grade curricular de Medicina. Portanto, o aluno deve cumprir os conteúdos de modo que tenha pré-requisito para dar continuidade às demais etapas.

Além do conteúdo teórico, o estudante também participa de procedimentos em laboratório, aulas práticas e de estágios supervisionados. No Ciclo Básico, as disciplinas dão mais ênfase na origem e na fisiopatologia das doenças. Desse modo, o futuro médico aprende a compreender melhor o histórico do paciente e quais seriam as melhores formas de recuperar a saúde dele.

Ciclo clínico

Após esse período estudando as disciplinas básicas, o aluno entra na segunda fase, o ciclo clínico. Nesse ciclo, a grade curricular de Medicina tem foco em conteúdos mais voltados para a prática médica. Ou seja, o aluno vai fazer disciplinas — como a Semiologia Médica — que ensina as técnicas para atendimento aos pacientes.

Dessa maneira, o estudante terá maior contato com o estudo da famosa propedêutica médica. Traduzindo, o aluno aprende a conversar com os pacientes com a finalidade de realizar a anamnese. Nesse ciclo, o futuro médico também aprende a fazer exame físico. Em conjunto com a anamnese, esse é um dos fatores determinantes para a avaliação diagnóstica.

No fim dessa etapa, que coincide com os primeiros 4 anos do curso, espera-se que o aluno tenha as habilidades necessárias para o estágio final, o internato médico.

Internato

O internato é o estágio final da graduação médica e começa nos dois últimos anos. Nesta fase, o acadêmico de Medicina passa a conciliar os estudos, provas e trabalhos teóricos com os plantões que ocorrem dentro de hospitais. Nesse momento, espera-se que o aluno tenha conhecimento técnico para atuar, praticamente, como um médico formado.

Contudo, os procedimentos são realizados com a devida supervisão de uma equipe de professores e coordenadores médicos já experientes. A partir dessa orientação, é possível que o estudante consiga realizar, sozinho mas sob monitoria profissional, diferentes condutas da prática clínica.

Portanto, durante o internato, o estudante terá contato com a maioria das especialidades médicas. No Brasil, a matriz curricular de Medicina privilegia quatro áreas, que têm maior demanda. Por isso, os estágios em Clínica Médica, Cirurgia Geral, Ginecologia e Obstetrícia e Pediatria têm carga horária maior. Mas isso não é uma regra geral, pois depende do projeto pedagógico de cada faculdade.

Grade curricular de Medicina: principais disciplinas

Em tese, a metodologia das diferentes atividades do curso médico norteia-se em pilares centrados no desenvolvimento de importantes habilidades profissionais. Entre elas, as de maior relevância para a rotina do futuro médico são:

  • interdisciplinaridade na articulação ensino-assistência-promoção da saúde;
  • estímulo ao desenvolvimento do espírito científico e para a formação de sujeitos éticos e mais autônomos;
  • incentivo à participação em pesquisas científicas focadas em temas de interesse médico;
  • valorização de uma prática clínica centrada na humanização do paciente.

Sob essa visão, listamos as principais disciplinas que compõem a grade curricular de Medicina. Confira!

Anatomia

É uma das primeiras e mais importantes disciplinas do ciclo básico. Nela, o aluno aprende conceitos fundamentais, assim como as metodologias de divisão anatômica e os conceitos ligados ao normal e às variações anatômicas do corpo humano.

Nesse campo de ensino, o estudante começa estudando valiosos conteúdos sobre ossos, articulações, ligamentos e a musculatura. Em seguida, materiais sobre a anatomia dos vasos e artérias são incluídos. Por fim, estuda-se os nervos e seus agrupamentos, além dos principais sistemas e órgãos do corpo humano.

Histologia

Conceitualmente, o termo histologia remete à ciência que estuda os tecidos do corpo humano. Assim, essa área engloba alguns aspectos microscópicos comuns a células e tecidos presentes no corpo. Além disso, os estudos histológicos também servem para elucidar as principais relações entre estrutura e função dos tecidos.

Embriologia

A Embriologia é a ciência que estuda todas as etapas e processos relacionados ao desenvolvimento embrionário. A disciplina contempla todas as características do embrião, desde a formação das células especializadas em reprodução até a constituição de todas as células, órgãos e tecidos necessários ao desenvolvimento completo de um ser humano.

Fisiologia Humana

Essa disciplina objetiva discutir, de forma contextualizada, os conhecimentos fundamentais da Morfologia e Fisiologia dos diferentes órgãos e sistemas orgânicos. Também é centrada em aplicações dos diferentes assuntos abordados na disciplina no âmbito da prática médica.

Bioquímica

Funciona como uma junção de conteúdos de biologia humana e química. Porém, de forma mais abrangente, essa área é voltada para o entendimento dos processos químicos que ocorrem em todos os organismos vivos. Logo, a bioquímica envolve a estrutura e atividade metabólica de importantes componentes celulares, como proteínas, carboidratos, sais minerais e lipídios.

Microbiologia

A microbiologia é um nicho da biologia que avalia a forma como os microorganismos causam as doenças humanas. Nessa disciplina, o acadêmico aprende noções básicas sobre a vida das bactérias, dos vírus e dos fungos. Essa área é integrada a áreas relacionadas à pesquisa científica, como a biologia molecular, a Medicina Ortomolecular e a genética.

Imunologia

Esse é o ramo da Medicina que busca compreender o sistema imune e as variações que podem comprometer o seu funcionamento. Nessa etapa do curso, o aluno aprende as funções de células que compõem o sistema imunológico, como macrófagos, linfócitos, leucócitos e fagócitos.

Farmacologia

Essa disciplina é centrada no conhecimento de drogas de interesse médico. Aqui, o aluno aprende as principais interações que acontecem entre as medicações e um organismo vivo. Objetiva compreender, ainda, os mecanismos que afetam o seu funcionamento e os fatores que levam ao desenvolvimento das doenças.

Semiologia

A Semiologia médica é uma das disciplinas de maior relevância no curso de Medicina. Nela, os alunos aprendem a interagir com os pacientes, a conversar com eles de modo a perceber as suas principais necessidades. Logo, essa área do conhecimento é centrada na atenção aos sintomas dos pacientes e no quanto eles são determinantes para a definição diagnóstica.


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Como você viu, as disciplinas de Medicina variam conforme a fase do curso e vão se tornando cada vez mais práticas com o avanço do curso.

Portanto, esperamos que este conteúdo focado na grade curricular de Medicina tenha sido esclarecedor para a sua jornada rumo ao ofício médico. Continue estudando até a aprovação e realize seu sonho de atuar em uma das mais belas e nobres profissões.

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