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Diabetes: entenda os tipos e quais as especialidades que tratam a doença

Diabetes: o que você sabe sobre ela? Confira um apanhado de informações que vai desde o que é a doença até quais especialidades médicas são responsáveis pelos seus cuidados.

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A diabetes é uma das doenças mais comuns e conhecidas do mundo. O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking de países com maior taxa de pacientes acometidos por essa enfermidade. Além disso, o número de indivíduos com o problema na América Latina mais do que triplicou em 30 anos.

Ou seja: precisamos agir! O problema não para de crescer e cada vez mais é necessário tomar atitudes que consigam brecar o surgimento de novos casos, especialmente quando o assunto é a diabetes tipo 2.

Continue a leitura e entenda mais sobre a doença, descobrindo quais são os seus tipos, bem como as especialidades médicas que estão associadas aos cuidados dos pacientes diabéticos.

O que é diabetes?

Vamos começar do começo e entender de vez como esse problema funciona? Acompanhe!

O que é?

A diabetes é uma condição crônica caracterizada por desregulação no metabolismo da glicose, resultando em níveis elevados de açúcar no sangue. A fisiopatologia da doença está intimamente ligada ao funcionamento do pâncreas, um órgão crucial no sistema endócrino.

Qual o papel do pâncreas?

O pâncreas desempenha papéis importantes tanto no sistema digestivo quanto no endócrino. Na porção endócrina, o pâncreas contém aglomerados de células conhecidas como ilhotas pancreáticas. Nelas, há duas células que desempenham um papel importante: as células alfa e as células beta.

Mas o que são essas células? As células alfa são responsáveis pela produção do hormônio glucagon. O glucagon atua aumentando os índices de glicose no sangue ao sinalizar a liberação desta armazenada no fígado.

Por outro lado, as células beta produzem o hormônio insulina, que desempenha um papel crucial na regulação dos níveis de glicose no sangue, jogando ela para dentro das células.

E qual o papel da insulina no nosso corpo? A insulina é fundamental para facilitar a entrada de glicose nas células, onde é usada como fonte de energia. Quando há uma deficiência ou uma resposta inadequada às suas ações, o açúcar não consegue penetrar eficientemente nas células, resultando em níveis elevados no sangue – justamente o que caracteriza a diabetes.

Quais são as possíveis complicações da diabetes?

Além da desregulação do nível de glicose no sague e nas células, a condição também está associada a disfunções em outros sistemas do corpo, como o sistema cardiovascular, nervoso e renal. Complicações a longo prazo podem incluir danos nos vasos sanguíneos, nervos e órgãos. Mas calma: vamos falar mais detalhadamente sobre tudo isso em alguns instantes.

Quais são os tipos de diabetes?

Agora, vamos nos aprofundar naqueles que são os principais tipos de diabetes. Afinal, cada um deles tem suas causas, particularidades e detalhes que merecem ser explorados. Confira!

Diabetes Tipo 1

É uma condição crônica e autoimune na qual o sistema imunológico do corpo ataca e destrói as células beta do pâncreas, levando à deficiência ou ausência de insulina. Elas, como já vimos, são responsáveis pela produção do hormônio insulina, essencial para o controle adequado dos níveis de glicose no sangue.

Com a deficiência ou ausência de insulina, a capacidade do organismo de converter a glicose em energia é comprometida. Como resultado, ocorre a elevação deste composto na corrente sanguínea.

Esse tipo geralmente se desenvolve em idades jovens, muitas vezes durante a infância ou adolescência. Ela é causada por fatores genéticos e, em grande parte, por uma resposta autoimune desregulada.

Diabetes Tipo 2

Já na diabetes tipo 2, as células beta podem não produzir insulina suficiente, ou o corpo pode tornar-se resistente à ação desse hormônio. Diferentemente do tipo 1, ela geralmente se desenvolve ao longo do tempo e está frequentemente associada a fatores de estilo de vida, obesidade e envelhecimento.

As causas do tipo 2 são multifatoriais, envolvendo uma combinação de fatores genéticos, ambientais e comportamentais. Alguns dos principais contribuintes incluem:

  • genética e histórico familiar;
  • estilo de vida sedentário;
  • obesidade e distribuição de gordura (especialmente na região abdominal);
  • dieta desbalanceada;
  • envelhecimento, já que o risco aumenta com a idade;
  • algumas etnias, como afrodescendentes, hispânicos e nativos americanos, têm maior predisposição;
  • histórico de diabetes durante a gestação, entre outros.

Diabetes Gestacional

A diabetes gestacional se desenvolve durante a gravidez. Ela ocorre quando o corpo não consegue produzir ou utilizar a quantidade adequada de insulina para atender às demandas adicionais dessa fase.

Embora muitas mulheres não tenham diabetes antes da gravidez e seus níveis de glicose se normalizem após o parto, a condição está associada a riscos para a mãe e o bebê durante a gestação.

As causas estão relacionadas às mudanças hormonais e às demandas metabólicas únicas da gravidez. Alguns dos fatores incluem:

  • idade avançada da mãe;
  • excesso de peso;
  • histórico familiar de diabetes;
  • etnia (mulheres afrodescendentes, hispânicas, asiáticas e indígenas têm um risco aumentado);
  • dieta desequilibrada;
  • falta de atividade física, entre outros.

O que é a pré-diabetes?

A pré-diabetes é uma condição que ocorre quando os níveis de glicose estão elevados, mas ainda não atingiram o limite para serem diagnosticados como o tipo 2.

Sendo assim, ela é considerada uma fase intermediária entre a glicose normal e a diabetes, indicando um aumento do risco de desenvolver o tipo 2 no futuro.

Quais são os indicativos?

De modo geral, os sinais de alerta são:

  • níveis de glicose em jejum que estão acima do normal, mas ainda não atingiram o ponto de diagnóstico para diabetes;
  • tolerância à glicose diminuída;
  • hemoglobina A1c elevada.

Como tratar?

A pré-diabetes é um alerta sobre a necessidade de fazer mudanças no estilo de vida e reduzir os fatores de risco para o diabetes tipo 2. Como já vimos, estes incluem obesidade, falta de atividade física, dieta desequilibrada e histórico familiar da doença.

Assim, algumas mudanças que podem evitar que o problema se agrave são:

  • adoção de uma dieta equilibrada, controle de peso e aumento da atividade física;
  • acompanhamento regular dos níveis de glicose no sangue para avaliar a progressão da condição;
  • em alguns casos, os médicos podem considerar o uso de medicamentos para controlar a glicose.

Existe cura para a diabetes?

A diabetes, em geral, não tem cura. No entanto, ela tem controle e é possível conviver bem com a doença, vivendo uma vida feliz, com qualidade e muita longevidade. Para isso, é preciso seguir à risca as recomendações dos médicos e, claro, manter um estilo de vida saudável.

Atualmente, o tratamento é focado no controle dos níveis de glicose. O objetivo é prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida, envolvendo, na maioria das vezes:

  • a gestão da dieta;
  • exercício físico;
  • monitoramento regular da glicose;
  • em alguns casos, o uso de medicamentos, incluindo insulina.

Mas é claro que a ciência não para e os pesquisadores seguem em busca de respostas sobre a doença, seja visando a cura definitiva ou novas medidas de tratamento cada vez mais eficazes.

Quais são os principais sintomas do problema?

Um dos principais pontos que torna a diabetes uma doença perigosa é o fato de ela ser silenciosa, ou seja, os seus sintomas geralmente aparecem apenas quando a doença está mais avançada. E é por isso que é tão importante manter um acompanhamento médico regular, pois um exame simples e rotineiro como o de glicemia em jejum já poderia indicar que algo está errado, mesmo que não haja sintomas.

Mas, ainda assim, é importante saber quais são os sintomas que podem estar associados à diabetes, pois ainda que identificada tardiamente, a doença consegue ser controlada e suas consequências reduzidas. Confira, então, alguns dos principais sintomas. Vamos lá?

Sede excessiva

Também conhecida como polidipsia, a sede excessiva é caracterizada pela sensação mesmo após beber grandes quantidades de água. A glicose elevada no sangue faz com que os rins trabalhem mais para eliminar o excesso dela, resultando em aumento da produção de urina e, consequentemente, em sede intensa.

Micção frequente

Conhecida como poliúria, ela está associada às idas frequentes ao banheiro para urinar, especialmente durante a noite (quando pode ser chamada de noctúria). É um sinal causado, novamente, pela glicose em excesso nos rins, que leva à reabsorção inadequada de água, resultando em maior produção de urina.

Fome intensa

Vamos, agora, falar sobre a polifagia. Ela é caracterizada pelo aumento significativo no apetite, mesmo após a ingestão de alimentos. As células do corpo não conseguem utilizar eficientemente a glicose devido à falta de insulina, levando à fome constante.

Perda de peso não planejada

Perda de peso significativa, mesmo sem mudanças na dieta ou níveis de atividade física. É causada por conta das células do corpo que não conseguem utilizar a glicose como fonte de energia. Tal processo resulta na quebra de gordura e proteína para tentar obter energia.

Fadiga

A fadiga é outro sintoma muito prevalente. Ela é caracterizada pela sensação persistente de cansaço e falta de energia. A incapacidade das células de receber glicose leva adequadamente a uma redução na energia disponível para o corpo.

Irritabilidade e mudanças de humor

Variações frequentes no estado de espírito, irritabilidade e sensação de desconforto emocional. Você já percebeu que quando estamos com fome, geralmente ficamos de mal humor? Pois é, as oscilações de humor na diabetes são geradas por flutuações nos níveis de glicose no sangue que podem afetar o equilíbrio emocional.

Visão turva

A pessoa também pode apresentar dificuldade de focar a visão em objetos, tendo a sensação de estar com o sentido “turvo”. Isso ocorre porque a diabetes é capaz de afetar os vasos sanguíneos dos olhos, contribuindo para problemas na saúde ocular.

Infecções frequentes

As pessoas com diabetes também têm uma maior propensão a infecções, especialmente na pele, gengivas e trato urinário. A causa? A glicose elevada no sangue pode enfraquecer o sistema imunológico, que torna o corpo mais suscetível a infecções.

Cicatrização lenta de feridas

Outro sintoma clássico é a cicatrização mais lenta. Ou seja, pacientes com diabetes se machucam e levam muito tempo para ter uma recuperação completa daquela ferida. O motivo disso é a má circulação sanguínea, que pode prejudicar o processo de cicatrização.

Formigamento e dormência nas extremidades

Caracterizado pela sensação de formigamento, dormência ou dor nas mãos e nos pés. É outro sintoma muito clássico da diabetes, especialmente em estágios mais avançados. É causada por conta de danos aos nervos devido à glicose elevada no sangue.

E as complicações que podem estar associadas?

A diabetes consegue levar a uma série de complicações se não for devidamente controlada. Elas podem afetar vários sistemas do corpo e incluem:

  • problemas cardiovasculares: a doença aumenta o risco de complicações cardíacas, como ataques e acidentes vasculares cerebrais, devido ao impacto nos vasos sanguíneos;
  • doenças renais: esta é uma das principais causas de insuficiência renal, podendo levar a danos nos pequenos vasos sanguíneos dos rins;
  • problemas oculares: a diabetes pode causar danos aos vasos sanguíneos da retina, levando à retinopatia diabética, uma das principais causas de cegueira em adultos;
  • neuropatia: o dano aos nervos devido à diabetes pode resultar em sintomas como formigamento, dormência e dor nas extremidades, podendo levar a úlceras nos pés e até à perda de membros em casos graves;
  • problemas de pele: pessoas com diabetes têm maior propensão a infecções na pele, incluindo infecções fúngicas e bacterianas;
  • complicações bucais: a diabetes está associada a um risco aumentado de doenças gengivais, infecções e outros problemas bucais;
  • problemas de gravidez: mulheres com diabetes têm maior risco de complicações durante a gravidez, incluindo diabetes gestacional, parto prematuro e malformações congênitas;
  • problemas de circulação: a diabetes pode afetar os vasos sanguíneos, levando a má circulação, o que aumenta a chance de infecções e dificulta a cicatrização de feridas;
  • problemas digestivos: a diabetes pode afetar o trato gastrointestinal, resultando em problemas como gastroparesia, uma condição em que o esvaziamento do estômago se torna mais lento;
  • problemas psicológicos: viver com diabetes tende a ser desafiador emocionalmente, e algumas pessoas são propensas a enfrentar estresse, ansiedade e depressão relacionados à condição.

A prevenção e o controle adequados, por meio de mudanças no estilo de vida, medicações e monitoramento regular, são essenciais para reduzir o risco de complicações. Essa é uma parceria que deve ser mantida entre o paciente e a equipe.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é geralmente feito por meio de testes que medem os níveis de glicose. Conheça os mais comuns a seguir!

  • Teste de glicemia em jejum (TGJ): esse exame é realizado após um período de jejum noturno. Valores em jejum iguais ou superiores a 126 mg/dL em duas ocasiões distintas indicam diabetes;
  • Teste oral de tolerância à glicose (TOTG): aqui, a pessoa ingere uma solução contendo uma quantidade específica de glicose e, após duas horas, é feita a medição desta no sangue. Um valor igual ou superior a 200 mg/dL após duas horas é indicativo de diabetes;
  • Hemoglobina A1c (HbA1c): esse exame mede a média dos níveis de glicose no sangue ao longo de um período de dois a três meses. Um valor de HbA1c de 6,5% ou superior é diagnosticado como diabetes.

Além desses, os profissionais de saúde podem realizar outros para avaliar a saúde geral, identificar complicações e determinar o tipo específico de diabetes. Alguns exemplos são os exames de lipídios (colesterol), de urina, testes de função renal e avaliações oftalmológicas.

O diagnóstico precoce é fundamental para iniciar o tratamento adequado e reduzir o risco de complicações associadas à doença. Pessoas com histórico familiar de diabetes, obesidade ou idade avançada, por exemplo, devem realizar check-ups regulares, visando a detecção precoce da condição.

Qual é o tratamento?

O tratamento é abrangente e visa controlar os índices de glicose. A ideia é prevenir complicações, melhorar a qualidade de vida e promover a saúde geral. As estratégias de tratamento variam com base no tipo, na gravidade da condição e nas necessidades individuais do paciente. Confira algumas delas a seguir!

Mudanças no estilo de vida

Uma dieta saudável e equilibrada, focada em carboidratos complexos, fibras, proteínas magras e gorduras saudáveis, é essencial. Controlar o tamanho das porções e monitorar a ingestão de carboidratos é fundamental.

Além disso, o exercício regular ajuda a melhorar a sensibilidade à insulina, controlar o peso e manter níveis saudáveis de glicose no sangue.

Monitoramento

Pessoas com diabetes frequentemente monitoram a glicose em casa, por meio de medidores. Isso fornece informações cruciais para ajustar o plano de tratamento.

Uso de medicamentos

Para diabetes, existem várias classes de medicamentos. Podemos citar aqui a metformina, sulfonilureias, inibidores da DPP-4, inibidores da SGLT2, entre outros, que ajudam a controlar a glicose.

Uso de insulina

Pessoas com diabetes tipo 1 ou tipo 2 avançada podem seguir diferentes esquemas. Uma possibilidade é a insulina de ação rápida antes das refeições, e outra é a insulina de ação prolongada, para manter níveis estáveis de glicose entre as refeições e durante a noite.

Gerenciamento do estresse

O apoio psicológico é vital para lidar com o estresse emocional associado ao diagnóstico e ao gerenciamento contínuo da diabetes.

Monitoramento da pressão arterial

O gerenciamento da pressão arterial é vital na prevenção de complicações, como doenças cardíacas, retinopatia e neuropatia.

Cuidado com os pés e os olhos

Monitoramento regular da saúde ocular e dos pés para prevenir complicações como retinopatia diabética e problemas circulatórios nos membros inferiores. Visitas regulares ao médico são essenciais para monitorar o progresso, fazer ajustes no tratamento e realizar exames de rotina.

Lembrando que o tratamento deve ser adaptado às necessidades individuais, considerando fatores como idade, estilo de vida, comorbidades e preferências do paciente.

É possível prevenir?

Embora nem todos os casos sejam preveníveis, medidas podem ser tomadas para reduzir o risco de desenvolver o tipo 2, que está frequentemente associado ao estilo de vida.

Conheça algumas estratégias de prevenção:

  • Manter um peso saudável: o excesso de peso, especialmente aquele que fica em torno da cintura, está associado à diabetes tipo 2. A perda de peso pode reduzir significativamente esse risco;
  • Adotar uma dieta saudável: optar por uma dieta que seja rica em frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis ajuda a controlar o peso e melhora a sensibilidade à insulina;
  • Praticar exercícios físicos com frequência: a atividade física regular é fundamental para a prevenção da diabetes. O exercício ajuda a controlar o peso, melhora a sensibilidade à insulina e mantém níveis saudáveis de glicose no sangue;
  • Monitorar a ingestão de carboidratos: controlar a quantidade e a qualidade dos carboidratos na dieta pode ajudar a manter níveis estáveis de glicose. Evitar o consumo excessivo de açúcares refinados e alimentos processados é recomendado;
  • Evitar o tabagismo: o tabagismo está associado à diabetes tipo 2. Parar de fumar pode reduzir esse risco e melhorar a saúde geral;
  • Limitar o consumo de álcool: o consumo moderado de álcool é aconselhável. O excesso de álcool pode contribuir para o ganho de peso e aumentar o risco de desenvolver a condição crônica;
  • Manter uma pressão arterial saudável: a hipertensão arterial está associada a um maior risco de diabetes e complicações relacionadas. Controlar a pressão arterial é de suma importância;
  • Acompanhamento médico regular: exames médicos regulares e exames de rotina tendem a ajudar na detecção precoce de fatores de risco e na prevenção de complicações;
  • Gerenciar o estresse: o estresse crônico é capaz de afetar negativamente os níveis de glicose no sangue. Estratégias de gerenciamento de estresse, como exercícios de relaxamento e atividades recreativas, podem ser benéficas;
  • Se manter educado: compreender os fatores de risco, os sintomas e as estratégias de prevenção é fundamental. A educação em saúde tem o poder de capacitar as pessoas a tomar decisões informadas sobre seu estilo de vida.

Quais especialidades médicas estão envolvidas nos cuidados com a diabetes?

O cuidado geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar e não existe um único "médico que trata diabetes". Nesse sentido, apesar dos endocrinologistas serem os principais atuantes nos casos de diabetes, como a doença pode afetar diversos sistemas do corpo, vários profissionais de saúde podem desempenhar papéis importantes no tratamento e gerenciamento da condição.

Conheça as principais especialidades médicas que lidam com essa questão em sua rotina!

Endocrinologia

Endocrinologistas são especialistas no sistema endócrino, que inclui as glândulas que produzem hormônios, como o pâncreas. Eles desempenham um papel fundamental no diagnóstico e tratamento de distúrbios hormonais, incluindo diabetes.

Clínica Geral

Médicos especializados em Clínica Geral podem diagnosticar, tratar e coordenar os cuidados gerais para pessoas com a doença. Na prática, eles geralmente são os médicos com o primeiro contato com o paciente para questões rotineiras e, quando identificam a possibilidade de algo grave como a diabetes, podem encaminhar pacientes a outros especialistas, quando necessário.

Cardiologia

Especialistas em Cardiologia podem ser envolvidos, especialmente, porque a diabetes está associada a um maior risco de problemas cardiovasculares.

Oftalmologia

Oftalmologistas monitoram a saúde ocular, realizando exames regulares para detectar problemas como retinopatia diabética, uma complicação comum da doença.

Nutrologia

Os nutrólogos também desempenham um papel fundamental, ajudando na alimentação e nutrição dos pacientes e no controle dos níveis de glicose por meio de uma dieta balanceada.

Psiquiatria

Profissionais de saúde mental, como os psiquiatras, podem oferecer apoio emocional para lidar com o estresse associado ao diagnóstico e gerenciamento da doença.


A diabetes é um problema potencialmente grave, mas que felizmente tem controle

Assim, educar as pessoas sobre é o melhor caminho para que o diagnóstico precoce possa ser feito, assim como o acompanhamento adequado do quadro.

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